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Durante a vitória do Al-Hilal sobre o Al-Taawon por 6 a 0, Rúben Neves foi alvo de provocações da torcida adversária, que gritou 'Jota! Jota!' em referência ao falecido Diogo Jota, amigo de Neves. O jogador criticou a atitude, dizendo: 'Deus os viu'. A imprensa internacional e Cristiano Ronaldo condenaram os atos, pedindo punições. Saleh Abu Al-Shamat, do Al-Ahli, também criticou, destacando que tais ações desrespeitam o Islã e a memória dos falecidos.

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Durante a vitória do Al-Hilal diante do Al-Taawon, neste sábado (13), por 6 a 0, o meia Rúben Neves se tornou alvo da torcida mandante. Em um momento da partida, gritos de ‘Jota! Jota!” ecoaram pelas arquibancadas, fazendo uma alusão ao ex-jogador Diogo Jota, que morreu em acidente de carro no ano passado.

Rúben Neves era amigo próximo de Diogo Jota e já demonstrou grande carinho pelo companheiro em diversas oportunidades, e até fez uma tatuagem em homenagem ao ex-atacante. Após as provocações da torcida, o meio-campista respondeu e criticou os torcedores adversários.

Torcedores provocam Rúben Neves, do Al-Hilal, com gritos de 'Diogo Jota' Foto: Reprodução/Instagram: alhilal

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“Só espero que eles não fiquem rezando depois do que fizeram… Deus os viu”.

Os atos da torcida do Al-Taawon foram condenados pela imprensa internacional, principalmente de Portugal e da Árabia Saudita. O conterrâneo e astro Cristiano Ronaldo prestou apoio ao meia e pediu punição aos responsáveis.

“A liga precisa agir e punir esse tipo de comportamento dos torcedores. Isso já não é futebol, e precisa ter limites. Pessoas que se comportam assim nunca mais deveriam ser autorizadas a entrar em um estádio”.

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Outro atleta que se posicionou contra os atos foi Saleh Abu Al-Shamat, meio-campista do Al-Ahli. O jogador postou um texto nas redes sociais e criticou a torcida do Al-Taawon.
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“É meu dever como muçulmano falar disso e alertar. Em relação às ações de alguns torcedores do Al-Taawon no jogo contra o Al-Hilal, isto não é só sobre seu clube. Tem a ver com nossa religião, o Islã. Por muito intensa que seja a rivalidade, nunca devemos atacar as famílias das pessoas ou os mortos. É nosso dever mostrar ao mundo o que o Islã representa. Aquilo foi inaceitável”.
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