Belo Horizonte – Uma menina de 11 anos ligou para a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), após presenciar o companheiro da mãe dela, de 46 anos, ameaçando a mulher de 42 anos com um facão de açougueiro. A ocorrência foi em Santa Luzia, Região Metropolitana de BH. O caso ocorreu por volta de 1h22 da madrugada desta quarta-feira (14/10).Ao chegarem ao local, os militares conseguiram retirar a criança da residência, sem que o suspeito percebesse. No local, havia música bem alta e os militares ouviram gritos e discussão entre o casal. A mulher pedia calma ao homem que a ignorava e a xingava de “puta”, de acordo com informações no boletim de ocorrência.Em um determinado momento, o homem foi em direção à mulher, como se fosse golpeá-la. Neste momento, um dos militares ordenou que o homem largasse a arma, mas ele ignorou a ordem. O militar foi mais enfático e repetiu a ordem. O autor abandonou o facão em cima do teto de um carro que estava na garagem da casa e se rendeu, ainda segundo o BO. Leia também Minas GeraisMulher denuncia agressão e roubo de celular no Mercado Novo em BH Minas GeraisAgressão em MG termina em fuga, PMs feridos e prisões por desacato Minas GeraisDiscussão por fezes de cachorro termina em agressão em MG Minas GeraisFuncionários acusam gerente chinês de agressão e param fábrica em MG Versões do casoO homem se recusou a passar a sua versão dos fatos aos militares, limitou-se a dizer apenas que estava bebendo com a mulher, quando ela começou a falar do ex-marido, o que o deixou irritado e por isso ele pegou o facão e passou a ameaçar a vítima de morte.Já a mulher disse aos militares que há tempos sofre com xingamentos, humilhações e agressões, mas nunca teve coragem para fazer a denúncia por medo. Ela ainda afirmou aos militares que em maio ele chegou a esfaqueá-la na coxa.Também relatou que estavam bebendo e ele começou a dizer que ela estava com outro, falou do ex dela e pegou o facão para ameaçá-la.Diante dos fatos, o homem recebeu voz de prisão e foi encaminhado à delegacia para as providências cabíveis.No boletim não relatos sobre o grau de parentesco entre o homem e a criança que ligou para o 190.







