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O TSE já formou maioria para rejeitar candidatura de Pablo Marçal (PRTB) à Presidência da República

Samara Schwingel, Jaqueline Fonseca

12/09/2026 10:48

Kebec Nogueira/Metrópoles

A defesa da Pablo Marçal (PRTB) afirmou que a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de barrar a candidatura dele à Presidência da República foi uma “injustiça”. A Corte já formou maioria para negar o registro de Marçal como candidato nas eleições de 2026.

Em nota, o advogado Tassio Renam declarou que “quem decide enfrentar o sistema e se colocar à disposição do país encontra obstáculos pelo caminho”.

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“Vejo essa decisão como uma injustiça. Houve uma decisão judicial determinando a filiação retroativa de Pablo Marçal ao PRTB, em um contexto que ainda foi atravessado pela suspensão do sistema Filia após os problemas envolvendo o Partido Missão e a filiação indevida de Flávio Bolsonaro. É uma situação que, na minha avaliação, precisa ser considerada em toda a sua complexidade antes de se impedir uma candidatura à Presidência da República. Infelizmente, fica mais uma vez a sensação de que quem decide enfrentar o sistema e se colocar à disposição do país encontra obstáculos pelo caminho“, disse o advogado.
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Pablo Marçal
KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
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O candidato do PRTB à Presidência, Pablo Marçal
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O candidato do PRTB à Presidência, Pablo Marçal
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O TSE formou maioria para barrar a candidatura de Marçal na noite de sexta-feira (11/9). Votaram pelo indeferimento: a ministra relatora do caso, Estela Aranha, e os ministros Nunes Marques, André Mendonça e Ricardo Bôas Villas Cueva.
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A relatora entendeu que Marçal não preenche condição de elegibilidade alusiva à filiação partidária e citou, também, a condenação à inelegibilidade pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) pela prática de uso indevido dos meios de comunicação social nas eleições de 2024.


