O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou, neste sábado (19/9), de comício em Florianópolis, (SC) e focou seu discurso em temas como fim das bets e combate ao feminicídio, além de cobrar apoio dor agronegócio. Em discurso, o petista mandou recado aos representante do setor: “Eles [agro] deveriam se ajoelhar para mim“.A agenda ocorreu na Praça Tancredo Neves, ao lado dos aliados Gelson Merísio (PSB), candidato ao governo estadual, e do deputado federal Pedro Uczai, líder do PT na Câmara, que tenta a reeleição.O petista insinuou que a rejeição de parte do agronegócio a ele não teria motivação política ou ideológica, e sim preconceituosa, por ele ser “nordestino ou pobre”.“O problema contra nós, acho que é uma questão de pele, porque eu sou nordestino e pobre. Porque se for depender de dinheiro do governo, eles deveriam se ajoelhar para mim. Nunca houve tanto dinheiro para o agro quanto agora”, destacou. Leia também BrasilLula diz que Flávio quer ganhar para “tirar pai da cadeia”: “Quero manter” BrasilTSE aceita ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval de 2026 BrasilAbin alerta governo Lula sobre interferência “crítica” dos EUA nas eleições Blog do NoblatFacções ou 8/1: Lula contesta Trump e liga terrorismo a Bolsonaro Lula também relembrou a gestão da pandemia de Covid-19 no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, criticando a condução da saúde na época. Para o petista, uma eventual ascensão de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República representaria o risco de um retorno a esse cenário.“[Jair Bolsonaro] Colocou um general que não sabe nada de saúde. Na época dele, houve mais de 700 mil mortes. Eu nunca cobrei que o presidente entendesse de saúde, eu só queria que ele montasse um comitê com gente que entende. E eles negaram a ciência, negaram a medicina. É esse mundo que está aí para voltar”, concluiu o petista.









