Alfredo Henrique

O policial militar Vinícius Costa Silva foi preso pela Corregedoria quando estava no velório da companheira, um dia após disparo fatal

Alfredo Henrique

09/09/2026 04:30

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O filho de Larissa da Cruz Morata, de 29 anos, e do policial militar Vinícius Costa Silva, de 26, estava dentro da casa do casal, em Embu das Artes, na Grande São Paulo, quando o disparo que matou a mulher foi efetuado, na manhã de domingo (6/9).

Isso consta no depoimento prestado à Polícia Civil por Thamires Costa Mathias, cunhada e amiga da vítima, e ao qual a coluna teve acesso.

Thamires afirmou que passou a noite na residência de Larissa, acrescentando que ambas eram “muito próximas”. Na manhã do crime, enquanto o casal conversava em um quarto, ela ficou cuidando do menino. Depois, Larissa saiu chorando e disse que o relacionamento havia terminado, acrescentou a amiga.

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Larissa da Cruz Morata
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Larissa da Cruz Morata e Vinicius Costa Silva
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Criança foi levada para outro quarto
Segundo a testemunha, Larissa entrou no banheiro da suíte pouco depois de conversar por telefone com a mãe. Cerca de cinco minutos depois, Thamires ouviu um barulho muito alto.
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Ao chegar à suíte, encontrou Vinícius e viu Larissa caída no chão do banheiro. A amiga contou que sua “primeira preocupação” foi com o menino. Ela pegou a criança, correu com ela para outro quarto e fechou a porta para impedir que tivesse contato com a cena.
Larissa foi encontrada morta dentro da própria casa, com um tiro na cabeça. A arma funcional de Vinícius, uma Taurus calibre 357, estava sob o corpo.
O PM foi preso temporariamente durante o velório de Larissa, na Grande São Paulo, e depois encaminhado ao Presídio Militar Romão Gomes, zona norte da capital paulista. Ele sustenta, assim como sua defesa, que a companheira tirou a própria vida.
A Polícia Civil investiga a dinâmica do disparo e se houve participação de outra pessoa.

