O Corinthians e a Caixa Econômica Federal avançaram nas negociações para encontrar uma solução para a dívida relacionada à construção da Neo Química Arena, estimada em R$ 630 milhões. Representantes das duas instituições se reuniram nesta sexta-feira (16/10) para discutir alternativas financeiras que permitam ao clube quitar o débito.O encontro contou com a presença do presidente do Corinthians, Osmar Stabile, de diretores do clube, de integrantes da torcida organizada Gaviões da Fiel e do ministro Guilherme Boulos. Durante a reunião, as partes assinaram um termo de confidencialidade, que estabelece o sigilo das informações compartilhadas nas tratativas.Nota oficial – Encontro com a direção da CAIXAA CAIXA e o Sport Club Corinthians Paulista informam que avançaram nas conversas voltadas à avaliação de alternativas para o aprimoramento da relação entre as partes.Nesta sexta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram, em encontro que contou com a presença do ministro Guilherme Boulos, Presidente e Diretores do Clube e integrantes da Gaviões da Fiel.Durante a reunião, banco e Clube formalizaram a assinatura de um termo de confidencialidade.As tratativas permanecem em curso e as conversas seguem em um ambiente de cooperação, responsabilidade legal e transparência.CAIXA Econômica FederalSport Club Corinthians Paulista— Corinthians (@Corinthians) October 16, 2026Em comunicado conjunto, Corinthians e Caixa confirmaram o avanço das conversas, mas não divulgaram detalhes sobre as propostas discutidas. Segundo as instituições, as negociações continuam em andamento, sob os princípios de cooperação, responsabilidade legal e transparência.Veja a nota na íntegra: Nota oficial – Encontro com a direção da CAIXA A CAIXA e o Sport Club Corinthians Paulista informam que avançaram nas conversas voltadas à avaliação de alternativas para o aprimoramento da relação entre as partes. Nesta sexta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram, em encontro que contou com a presença do ministro Guilherme Boulos, Presidente e Diretores do Clube e integrantes da Gaviões da Fiel. Durante a reunião, banco e Clube formalizaram a assinatura de um termo de confidencialidade. As tratativas permanecem em curso e as conversas seguem em um ambiente de cooperação, responsabilidade legal e transparência. CAIXA Econômica Federal Sport Club Corinthians Paulista.Entre as alternativas apresentadas pelo clube está a possibilidade de a Caixa assumir os naming rights da Neo Química Arena. Outra ideia discutida envolve a criação de títulos de capitalização e de ações vinculadas ao Fiel Torcedor, programa de sócios do Corinthians.A negociação conta com a participação de Osmar Stabile, do diretor jurídico Pedro Soares e do diretor cultural Rafael Castilho. A diretoria busca uma solução para encerrar a dívida do estádio, que representa mais de 20% do endividamento total do clube.Atualmente, os direitos de nome da arena pertencem à Hypera Pharma. O contrato firmado com o Corinthians prevê a exploração comercial do nome do estádio por 20 anos.Até o momento, não há confirmação de que alguma das alternativas apresentadas tenha sido aceita. O termo de confidencialidade assinado pelas partes também impede a divulgação dos detalhes das conversas. Leia também EsportesCorinthians tem o pior aproveitamento na Neo Química desde a inauguração EsportesCorinthians aumenta capacidade da Neo Química para jogo contra Estudiantes EsportesCorinthians chega à Neo Química Arena com festa de torcedores; veja EsportesDiniz detona gramado da Neo Química Arena: “O pior desde que foi construída” Histórico da dívida da Neo Química ArenaO financiamento para a construção do estádio começou em 2013, quando o Corinthians obteve crédito de até R$ 400 milhões. Desde então, a dívida passou por diferentes negociações e mudanças nas condições de pagamento.Uma das iniciativas para ajudar o clube a quitar o débito foi a campanha “Doe Arena”, organizada pela Gaviões da Fiel. Lançada em novembro de 2024, a vaquinha mobilizou torcedores de diferentes regiões do país e foi encerrada em 2025.A campanha arrecadou R$ 41.420.844,19, o equivalente a 5,92% da meta estabelecida. Inicialmente, a iniciativa tinha previsão de término em maio de 2025, mas o prazo foi prorrogado até 31 de dezembro daquele ano.Com as novas conversas com a Caixa, o Corinthians tenta avançar na busca por alternativas para resolver uma das principais pendências financeiras relacionadas à construção de sua arena.







