31/05/2024 às 09h39min - Atualizada em 31/05/2024 às 09h39min

Caso Didja: seita, entorpecentes e crimes são investigados

Irmão, mãe e funcionários já foram presos

Para tentar evitar uma possível 'limpeza' do cenário nefasto que pode estar por trás da morte da ex-sinhazinha do Garantido, Didja Cardoso, o juiz Glen Hudson Paulain Machado, do TJAM (Tribunal de Justiça do Amazonas), decretou a prisão preventiva de Cleusimar Cardoso Rodrigues, mãe de Dilemar Cardoso Carlos da Silva, a Didja, que morreu na terça-feira (28) em Manaus. Também foi decretada a prisão do irmão de Didja, Ademar Farias Cardoso Neto. Eles foram presos e juntamente com eles, foram apreendidos alguns materiais como seringas, frascos de merdicamentos e outros itens.

O mandado, cumprido na manhã desta quinta (30), também alcança três funcionários do salão de beleza do qual Djidja era sócia. São eles: Verônica da Costa Seixas, Marlisson Vasconcelos Dantas e Claudiele Santos da Silva.

Ademar, conforme o mandado de prisão, é suspeito de estupro e tráfico de drogas.

A determinação incluiu busca e apreensão. A polícia encontrou remédios na casa onde a família mora, na zona norte de Manaus.

Glen Hudson determinou que os presos sejam recolhidos imediatamente ao sistema prisional do Amazonas. Também ordenou que operadoras de telefonia celular sejam notificadas para informar dados e ligações dos investigados.

Segundo o magistrado, a prisão é para evitar que os suspeitos intimidem testemunhas e deem fim a provas que atestem os crimes pelos quais serão investigados.
O processo está em segredo de Justiça. A causa da morte de Didja não foi revelada. A polícia apura se ela usava medicamento ou drogas.

 

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